A Santa Casa de Misericórdia de Itabuna participou recentemente da terceira edição do MV Experience Fórum, espaço de integração entre as instituições que utilizam o Sistema MV, de gerenciamento de informações em saúde em todo o Brasil. Com a presença de quatro representantes da Santa Casa no evento em São Paulo, a troca de experiências e o aprimoramento da gestão de ferramentas disponíveis no sistema foram os principais destaques da participação.
Segundo informou o coordenador de Tecnologia de Informação (TI) da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, Helder Moraes de Almeida, há três anos a instituição participa do MV Experience Fórum e vem observando o crescimento da valorização do sistema para o gerenciamento hospitalar. “Há três anos, o presidente da MV colocou como desafio a criação de uma Comunidade MV para a troca de experiências e informações no dia a dia de trabalho de cada usuário do sistema. Como a Comunidade MV se tornou uma realidade, um novo desafio foi lançado: o Hospital Sem Papel”, relatou Helder Almeida.
Como explicou Helder, o modelo Hospital Sem Papel segue a possibilidade de certificação digital, dispensando a impressão de documentos. O certificado é reconhecido pelo Conselho Federal de Medicina e fornecido por empresas certificadoras, como Serasa, Certisign, entre outras. Todos os envolvidos diretamente com o prontuário do paciente (médicos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas, enfermeiros, etc) precisarão possuir um cartão individual. “Está é uma realidade que responde aos conceitos de sustentabilidade e TI Verde. Além da imensa economia de papel, de toner, de manutenção em impressoras, teríamos a redução de tempo nos processos e maior segurança, já que o cartão é pessoal e intransferível ativado a partir de senha”, relatou Helder.
Ainda durante o Fórum, o modelo sustentável foi apresentado no case do Hospital Unimed de Volta Redonda. “Aqui na Santa Casa de Itabuna já conseguimos implantar o prontuário eletrônico, que integra as informações de cada paciente com os setores interessados, a exemplo da farmácia, almoxarifado e faturamento. No entanto, ainda temos que imprimir o prontuário para que ele seja assinado pelo médico ou profissional assistente, o que seria dispensado no modelo Hospital Sem Papel”, acrescentou Helder.
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Para a coordenadora de Faturamento, Katucha Nunes Pitanga, também presente no Fórum, um dos destaques foi a necessidade de utilização de diferentes indicadores disponíveis no Sistema MV. “Para nós do Faturamento, por exemplo, observamos que existem ferramentas novas e outras que já temos conhecimento, mas ainda não conseguimos implementar. No entanto, observamos que estamos à frente de algumas outras instituições modelo, a exemplo do tempo médio de fechamento das contas após a alta do paciente, prazo que fechamos em no máximo 20 dias, e lá foi dado como teto 45 dias para fechamento de contas no Faturamento”, detalhou Katucha.
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Para a coordenadora de Faturamento, Katucha Nunes Pitanga, também presente no Fórum, um dos destaques foi a necessidade de utilização de diferentes indicadores disponíveis no Sistema MV. “Para nós do Faturamento, por exemplo, observamos que existem ferramentas novas e outras que já temos conhecimento, mas ainda não conseguimos implementar. No entanto, observamos que estamos à frente de algumas outras instituições modelo, a exemplo do tempo médio de fechamento das contas após a alta do paciente, prazo que fechamos em no máximo 20 dias, e lá foi dado como teto 45 dias para fechamento de contas no Faturamento”, detalhou Katucha.
Para a gerente de Controladoria, Geanne Magalhães Dantas, a necessidade de maior integração entre Estado, Município e os gestores de Hospitais Filantrópicos foi destaque no case apresentado pela Santa Casa de Misericórdia de Maceió. “Lá eles trabalham com uma tabela SUS diferenciada para filantropia, e ainda assim o provedor declarou que, em curto prazo estarão com dificuldades para honrar seus compromissos, alertando para a necessidade de interação entre os gestores no auxílio ao Sistema MV”, detalhou Geanne.
A Santa Casa de Itabuna trabalha hoje com a versão MV2000i, devendo instalar ainda neste mês de maio um novo módulo, intitulado Portal, específico para geração de informações gerenciais, considerados indicadores para acompanhamento diário. A MV Sistemas colocou no mercado este ano uma nova versão do produto, o Soul MV, com navegação através da web, que facilita bastante a interface para o usuário. Os clientes que fecharem contrato a partir deste ano, já entrarão em produção com o Soul MV, e a migração do MV2000i para o Soul MV, para os clientes antigos, só acontecerá a partir de 2012. “São investimentos em aprimoramento na Tecnologia de Informação que a Santa Casa de Itabuna realiza sempre com o objetivo de otimizar os protocolos e agilizar o gerenciamento de informações, essenciais para uma gestão em saúde eficiente”, declarou Helder.Fonte: scmi
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