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Em seu depoimento na Divisão de Homicídios do Rio de Janeiro (DHC), na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, o primo de Bruno, de 17 anos, teria revelado que um cão da raça Rottweiler havia comido o corpo de Eliza Samudio. A informação foi dada pelo advogado Ercio Quaresma Firpe, representante de Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, que foi incriminado pelo adolescente em seu depoimento.
“Ele (o menor) disse que deu três coronhadas na cabeça de Eliza e que ela foi levada para Belo Horizonte no carro junto com Luiz Henrique, onde o Luiz Henrique teria levado sozinho para um lugar”, contou Ercio Quaresma. “O Luiz Henrique teria dito a ele na volta que teria acabado, que a pessoa que fez o serviço teria dado para o Rottweiler comer”, afirmou o advogado, em entrevista, na porta do Departamento de Investigações.
O advogado, que disse ter recebido informações do depoimento do adolescente por telefone, sem citar a sua fonte, afirmou que o adolescente não informou o nome da pessoa que teria desossado o corpo da estudante desaparecida. Ela classificou essa versão como uma “aberração”.
“O mais interessante é o Rottweiler comer o corpo todo. A história do Rottweiler é surreal. Não acredito que cachorro possa comer alguém”, salientou o advogado Ercio Quaresma, que reafirmou considerar “nulo” o depoimento do primeiro de Bruno, por ser menor e pela forma como foi feito.
“Menor para prestar depoimento sem representante legal, que é um ato nulo, só se for na presença de um curador”, afirmou Ercio Quaresma, acrescentando que isso não aconteceu no caso do adolescente ouvido nesta terça-feira. “Isso é uma aberração. Ao que me consta os representantes legais do menor podem pedir a anulação”, destacou.
UOL
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