
A obesidade é um fator importante para desenvolver o diabetes? Por quê?
Sim. A obesidade é um dos fatores componentes da síndrome metabólica, que envolve a presença de resistência insulínica e, por conseguinte, predispõe à hiperglicemia, a médio/longo prazo, precipitando o aparecimento do diabetes.
Prevenir a obesidade é uma forma de prevenir o diabetes?
Sim. A prevenção da obesidade e o combate ao sedentarismo são armas mais eficientes para evitar o Diabetes tipo 2.
Estar sempre atento ao peso e ao cálculo do IMC é importante?
Sim. Apesar dos erros de classificação de obesidade somente baseada no IMC, que exclui fatores como massa magra (muscular) aumentada, etc., em termos populacionais, se mantém um bom marcador.
O diabético, ao prevenir a obesidade, ganha quais benefícios?
Melhor controle glicêmico, por conseguinte menores riscos de doença macro-micro vascular, que são as complicações comuns do DM, além de melhor controle do metabolismo lipídico, de purinas.
Qual a importância do acompanhamento médico para evitar a obesidade?
A pessoa ganha estímulo e controle do tratamento.
A pessoa que é obesa e diabética pode desenvolver quais problemas?
Os mais prevalentes dizem respeito às doenças cardiovasculares. Entretanto todas as doenças associadas à obesidade estarão presentes no paciente diabético: hiperuricemia, doenças osteoarticulares, etc.
Com diabetes fica mais complicado combater a obesidade?
Complicado não, porém mais difícil, pois em geral os pacientes relutam em aderir ao tratamento.
Como tratar, nesse caso, a obesidade?
Da mesma forma como se trata todo paciente obeso. As principais formas de tratamento envolvem uma avaliação clínica especializada de natureza endocrinológica, com proposta de orientação nutricional, apoio psicológico e tratamento medicamentoso selecionado.
O que Síndrome Metabólica? Todos os obesos possuem?
Existem alguns critérios para a classificação da síndrome. O mais usado pela Organização Mundial da Saúde considera a presença de resistência insulínica associada a outros fatores, como circunferência de cintura e quadril, glicemia jejum, pressão arterial, IMC, triglicerídeos, HDL e microalbuminuria. Nem todos os obesos possuem a síndrome, apesar de ser mais prevalente nessa população.
Prevenir a obesidade é uma forma de prevenir o diabetes?
Sim. A prevenção da obesidade e o combate ao sedentarismo são armas mais eficientes para evitar o Diabetes tipo 2.
Estar sempre atento ao peso e ao cálculo do IMC é importante?
Sim. Apesar dos erros de classificação de obesidade somente baseada no IMC, que exclui fatores como massa magra (muscular) aumentada, etc., em termos populacionais, se mantém um bom marcador.
O diabético, ao prevenir a obesidade, ganha quais benefícios?
Melhor controle glicêmico, por conseguinte menores riscos de doença macro-micro vascular, que são as complicações comuns do DM, além de melhor controle do metabolismo lipídico, de purinas.
Qual a importância do acompanhamento médico para evitar a obesidade?
A pessoa ganha estímulo e controle do tratamento.
A pessoa que é obesa e diabética pode desenvolver quais problemas?
Os mais prevalentes dizem respeito às doenças cardiovasculares. Entretanto todas as doenças associadas à obesidade estarão presentes no paciente diabético: hiperuricemia, doenças osteoarticulares, etc.
Com diabetes fica mais complicado combater a obesidade?
Complicado não, porém mais difícil, pois em geral os pacientes relutam em aderir ao tratamento.
Como tratar, nesse caso, a obesidade?
Da mesma forma como se trata todo paciente obeso. As principais formas de tratamento envolvem uma avaliação clínica especializada de natureza endocrinológica, com proposta de orientação nutricional, apoio psicológico e tratamento medicamentoso selecionado.
O que Síndrome Metabólica? Todos os obesos possuem?
Existem alguns critérios para a classificação da síndrome. O mais usado pela Organização Mundial da Saúde considera a presença de resistência insulínica associada a outros fatores, como circunferência de cintura e quadril, glicemia jejum, pressão arterial, IMC, triglicerídeos, HDL e microalbuminuria. Nem todos os obesos possuem a síndrome, apesar de ser mais prevalente nessa população.
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